segunda-feira, 12 de março de 2012

Sutíl mudança.



Alguns  textos  vêm  aos  nossos  olhos  de  forma  mágica,  no momento  certo. Não  estou me mudando para outro lugar físico, mas  estou mudando (desde que nasci), e  agora quase  à beira do  meio século, da maneira mais profunda e  sutil.
O texto da  sensível  Martha Medeiros é  um  doce  exemplo de  que apenas o  significado  das  coisas  é o  que deve  ser carregado...
Espero  que apreciem.



"Vende-se Tudo...

No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.

O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento.
Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.

Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes.
O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava para subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.

No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..

Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.

Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida...
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.

Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.

... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir."

Martha Medeiros

sexta-feira, 9 de março de 2012

Homem Perfeito



Não interessa a uma mulher um homem que saiba tudo sobre ela, um homem que saiba tudo sobre o amor, um homem que saiba tudo sobre os prazeres proibidos do corpo. Uma mulher não se interessa por um homem que não tenha uma dose de insegurança, um quê de fascínio infantil, uma ponta de orgulho bobo, uma forquilha de medo entre os joelhos.

Uma mulher não se interessa por homem que não teme as perguntas, que resolve os problemas com sarcasmo, que fala convicto e intrépido sobre os mais diversos assuntos; o coração dele congelado para transplante no isopor entre garrafas de cerveja.

Uma mulher não se interessa por homem que pisca ao garçom, que conversa nos ouvidos com os seguranças das boates, que se mostra com malícia e desfaçatez para os outros.

Uma mulher não se interessa por um homem que está se exibindo mais do que sendo transparente. Uma mulher não se interessa por um homem que ela não conta com a mínima chance de modificá-lo e elogiar as transformações.

Uma mulher não se interessa por um homem que se diverte dos próprios comentários antes dela. Uma mulher não se interessa por um homem carregado de estratégias, que encadeia a noite ideal, sem nenhuma falha, sem nenhum vacilo, sem nenhuma turbulência. Ele ensaiou com quantas antes?

Uma mulher se interessa por um homem inseguro, mas sincero, tímido, mas autêntico, que sofre com suas gafes, engatilha desculpas ao usar um palavrão, que pede ajuda para completar a noite.

Uma mulher não se interessa por um homem blindado, que não escuta, que se esconde em um personagem para contar mais um feito aos amigos. Uma mulher não se interessa por um homem que logo vai atacando, logo vai oferecendo o endereço para esticar a conversa.

Uma mulher não se interessa pelo terno alinhado, os cabelos em dia, o pescoço perfumado, se não houver nenhum sussurro que desperte a fragilidade masculina do outro lado.

Uma mulher não se interessa em receber flores sem raízes nos dedos.

Uma mulher não se interessa por um homem convicto, que a convida para sair, que passa uma cantada impecável e finge delicadeza para ser indelicado no dia seguinte e não telefonar.

Uma mulher não se interessa por um homem que não mudará a ordem das palavras que teve sucesso com as mulheres anteriores e repetirá as mesmíssimas vaidades da conquista. Uma mulher se interessa por um homem que confunde o desejo com a loucura e tropeça nas palavras para logo descer ao chão com ela.

Uma mulher não se interessa por um homem que seduz como quem dá as cartas, um homem que solicita a conta como quem fecha um negócio, que a envolve como se fosse um investimento. Uma mulher não se interessa por um homem que não tenha também músculo nas pálpebras para chorar por ela, músculos na boca para guardar sua língua.

Uma mulher não se interessa por homens prontos, fechados, absolutamente perfeitos.

Não se interessa por cadáveres.

Por Fabrício Carpinejar

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Adiemus



Adiemus, traduzido literalmente, significa "vamos aproximar ".

Curiosamente, Karl Jenkins não estava ciente do significado da palavra quando ele criou ele. Ele acreditava que isso é uma palavra inventada da sua própria imaginação.
  Um ano depois de o projeto inicial foi lançado Adiemus, Karl Adiemus tem descobriu que tem um significado em Latim (com uma variação ligeira na ortografia)
Desde o  começo  uma das ideias centrais no projeto Adiemus envolve o uso vocal cantando uma língua inventada.
Adiemus foi o primeiro projeto onde eu combinado o "clássico" com elementos étnicos, tais como tambores tribais e étnicos com vocais que foram mais parecido com música do mundo do que da Europa ocidental clássica..
Como Karl coloca "O texto está escrito em Adiemus foneticamente, com as palavras viu como som instrumental. A voz do Homem o mais antigo instrumento e removendo a distração de letras, esperamos criar um som que é universal e atemporal. A Adiemus  que tem um significado - 'vamos aproximar' chama que eu considero ser um conceito apropriado de reunir as pessoas. "
Fonte: Karl Jenkins

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Angels in my life

2011 foi  o ano de eu ver e sentir muitas asas.

O que disse o silêncio

Dicas ótimas para 2012


Mas  pode  usar  desde já.

Ob ... Observando...Hipócritas




Caramba! Esse  blog está  raríssimo na minha  rotina. Aliás, rotina, está  raríssima  na minha vida.
2011 foi o ano anti-rotina...
Fazendo uma  linha do  tempo desde  janeiro, o desenho é de um  gráfico  nervoso.
Mas isso  aqui  é um blog,  não o  muro das  lamentações,  né?
Entre os  movimentos  bruscos dos  "Altos  e  Baixos " ficamos  mais  atentos e observadores  sobre  o  que  é  real, verdadeiro mesmo.
A hiprocrisia  humana  e as relações de  poder são muito claras nestas oscilações.
Amor, amizade, família e até  manifestações  de  generosidade  podem ser  vistas nestas horas e  também  grandes máscaras que se quebram expondo o que  há  de pior.

Tenho  muito a  agradecer  por  esse ano que me revelou  tanto. Desconstruiu tanto e  recosntruiu muitos  novos valores  em mim.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Inspirações francesas II

Reciclando  a  vida...

”É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim um recomeço.”

O Pequeno Príncipe


Antoine de Saint-Exupéry

Inspirações francesas I

Explicando  o  inexplicável   Acaso:
No meio da noite, olho em  para um sítio  que não o  meu, e lá vejo  uma marca dos meus pensamentos.
Percebo alguém, que  há tanto tempo que  nem  um "bom dia" de  mim  recebe, me  mostrando que algo  que  penso faz algum sentido.
Envaidecida  dentro da  delicadeza  do momento, senti um abraço  mental e a sintonia carinhosa  foi total.
A doçura  da  amizade foi ratificada  por vir  da capital  do doce  que  acolhe até  diabéticos.
Nesta amizade  cheias de  conversas tão  boas  que deixaram  panelas  se queimarem   no fogão  com  o  poético propósito de depois  virarem vasos de plantas num jardim peculiar (tudo  se  transforma e se  aproveita mesmo).Essa amiga, com  sensibilidade em me  lembrar  da  fé e  submeter  minhas  memórias  a algo  tão puro  e  verdadeiro que já  me  amparou  tanto  e me  protegeu tanto e por  tanto  tempo.
Enfim, por  N  motivos,  talvez místicos, que esse o texto e nem essa  existência não  vão  revelar, espero ter  sido  uma boa aluna da  vida e  da amiga. Sábia, me  disse  na  conversa: a vida  é  cheia de  ondas que  sobem e  descem  o nível. Eu traduzi   musicalmente  a  vida e suas oscilações  com  a  valsa  tema (vídeo)  do  filme  que  cito  aqui.
Depois deste  toque do destino e  da amiga, dizendo: escreva!
Eu  fui  visitar roteiro  de  uma  bela  obra  do  cinema,  num momento  onde  se fez  o  despertar  de  Amelie,  e que assim a fez  arquitetar  a  ajuda  a  si própria.
Vou me inspirar e tudo isso e  continuar...


..."Pintor: "Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes." 
Amelie: "Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros.
" Pintor: "E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?"...

O fabuloso destino de Amelie Poulain

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

domingo, 28 de agosto de 2011

É bom sentir a vida fluindo




"A maturidade me permite
olhar com menos ilusões,
Aceitar com menos sofrimento,
Entender com mais tranqüilidade...
E querer com mais doçura..."
Crystal

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A essencial arte de Cuidar do Ser

Acordei  querendo cuidar de mil coisas ... Mas  este texto (abaixo) me  fez refletir  melhor  sobre o que  é essencial. 
Espero que  apreciem.
"Hoje fica tudo muito claro: anos e décadas de cuidado com tudo que dizem ser necessário, no entanto, não o essencial. Somos educados, formatados, adestrados, amestrados a um modo de ser e estar na vida, em que qualquer atividade é mais importante do que a atividade do silêncio, do ócio, da escuta atenta da voz mansa, amorosa e sua suave que tem sua morada, no centro de nosso coração. Para nos afastar deste caloroso e qualitativo centro cardíaco, deste centro onde se dá todo contato consciente com o Ser que nos faz ser, nos trancafiaram nas masmorras do tempo do relógio, com suas estressantes cobranças tidas como primordiais. Juntamente com as algemas do relógio, nos aprisionaram com uma enorme variedade de "você deve", "você tem que", "você precisa", "você não pode"... Você tem que acordar cedo, você tem que trabalhar, você tem que ser o homem de sucesso, você tem que ser o cara, você tem que ser comunicativo, você tem que ser forte, você deveria pensar no seu futuro, você deveria ser como seu irmão ou como o filho da vizinha, você deveria ter sido um bom filho... Você não pode fracassar, você não pode ser sensível, você não pode escrever poesias, você não pode escolher um trabalho que não dê muito dinheiro, você não pode ouvir seu coração... Você deve negar a si mesmo, você deve se ajustar, você deve se conformar... Você deve porque aceitação é a solução! É assim e pronto!... Sim, um monte de mecanismos, um monte de condicionamentos, que uma vez instalados, devido o método da repetição, vão se tornando parte de nossa imagem irreal, aquela imagem que acaba por fazer com que nos esqueçamos de nossa Real Natureza.
É por causa desses "poderosos mantras hipnotizadores do sistema", que vamos, sistematicamente, com o passar dos anos, nos distanciando cada vez mais daquilo que nos é essencial para a manutenção de uma base diária, onde, bem-estar, felicidade, liberdade, alegria, amorosidade e compaixão, fazem-se a base de toda comunicação, fazem-se a base, da vida de relação. Por décadas fomos adestrados para de forma acelerada, inconsciente, cuidar de tudo que não seja o contato consciente com esta maravilhosa Presença que habita nosso Sopro. Fomos adestrados para ser sem Ser, para ser sem alma, para ser sem espírito, para ser uma máquina de repetição, uma máquina reagente a impulsos teleguiados, uma máquina de alimentação de desejos fabricados por terceiros. Não nos ensinaram a entrar em contato consciente com esta maravilhosa e calorosa Presença, que banha, que envolve com amor, tudo que vê, tudo que toca. Ao contrário disso, com vários sistemas de crença, que erroneamente dão o nome de religião, nos afastaram desta maravilhosa Presença, Presença que é a nossa natureza real, colocando em nossas mentes imaturas, uma ideia de um "deus", sempre distante, sempre longínquo, sempre punitivo, sempre um "fazedor de nossas vontades" — vontades estas, que não são nossas, mas de terceiros, de terceiros, que nos fizeram acreditar que estas vontades são nossas. Nos transformaram em egocêntricos pedintes religiosos separatistas. 
Nos encheram de regras, leis, conceitos, estatutos, mecânicas práticas diárias, desgastadas crenças, emboloradas tradições, um pacote muito bem apertadinho, para que de modo algum, nos fosse possível ter o tempo necessário, para a prática do desfrute do silêncio, do desfrute da não-ação, ação está que possibilita a manifestação de um contato consciente com esta maravilhosa Presença interna, Presença que nos liberta de todos esses poderosos, limitantes e castradores mantras hipnotizadores do sistema. Não fomos educados para o desfrute do ócio criativo e quando me refiro a palavra criativo, não me refiro a qualquer coisa que possa ser manifestada através do uso de nosso limitado e separatista intelecto, de nosso limitado conhecimento. Quando me refiro ao ócio criativo, me refiro aquele estado de não-fazer, onde pela ação do sentir, uma Presença Criadora, se manifesta, em outras palavras, este ócio criativo é o grande portal desta Presença, que é a essência de toda criação. Enquanto distantes, esquecidos, inconscientes desta Presença interna, somos grandes criadores, sim, criadores de toda forma de confusão, de toda forma de conflito, de todo caos generalizado. Sem esta interna Presença amorosa, tudo que criamos traz consigo, diversas formas de confusão. 
Por anos, por décadas, repetimos a mesma rotina acelerada. Acordamos cedo, sempre sonados, cansados e tratamos de começar a "cuidar" de nossa higiene bucal, a "cuidar" de nossa higiene física, a "cuidar" de nosso cabelo, a "cuidar" da roupa que iremos vestir, a a "cuidar" de nossa alimentação matinal, a "cuidar" de nosso meio de transporte, a "cuidar" de nosso local de trabalho, a "cuidar" de nossas finanças, a "cuidar" de nossas tarefas, a "cuidar" de nossa abarrotada agenda castradora, com seus pesados compromissos, compromissos estes, que nos tornam omissos do "cuidado" que nos é essencial: o cuidado com a arte de cuidar deste contato consciente com o Ser que nos faz ser. Cuidar do Ser, não significa de modo algum, como pode de forma imatura acreditar alguém ainda preso no intelecto, que o Ser que nos faz ser, necessite de algum cuidado. Cuidar do Ser, não tem nada a ver com esta imatura, intelectual e limitante ideia. Cuidar do Ser é a essêncial prática que pode qualificar nossa vida de relação. Cuidar do Ser, cuidar deste contato consciente com esta presença que nos habita e na qual somos, é o cuidado que traz à nossa mente, uma Inteligência amorosa, nunca antes manifesta, Inteligência esta que nos liberta de forma automática, imediata, de várias ilusões, tidas como necessárias. É através deste contato, é através desta arte de cuidar do que é essencial, que é o contato consciente com este Ser que nos faz ser, que toda forma de manifestação do falso, do irreal, acaba caindo por terra, sem deixar se quer, uma marca em qualquer uma de nossas células. É através deste negligenciado cuidado, — neste cuidado do qual fomos desviados desde a mais tenra idade —, que passamos a ser uma poderosa ferramenta afiada nas mãos desta Amorosa Criação. Sem este cuidado, sem esta prática diária, sem este contato constante, momento a momento, somos vitimas fáceis da identificação mental com toda forma de impulso externo, que nos leva a automáticas reações de desamor, reações estas, provenientes de uma mente prisioneira de crenças, conceitos, conhecimentos e tudo mais que é da esfera do limitado pensamento.
Temos tempo para cuidar de um cafezinho, temos tempo para cuidar de um cigarrinho, temos tempo para cuidar de ler nosso caótico e violento jornal, temos tempo para cuidar das fofoquinhas do dia, temos tempo para cuidar de nossas mazelas ocultas, temos tempo para cuidar de nossos vícios, temos tempo para cuidar de nossos "defeitos gostosos", temos tempo para cuidar de nosso corpo em sofisticadas academias que tomaram o lugar de nossos parques, temos tempo para nos anestesiar de nossa novela diária com nossas novelas diárias, temos tempo para cuidar de tudo, de tudo que não nos é realmente essencial. Portanto, Cuidar do Ser, significa cuidar do resgate do que nos é essencial. Cuidar do Ser, é cuidar daquilo que nos faz ser a expressão direta do que sentimos ser felicidade e liberdade, mas que, por causa de nosso adestramento, passamos anos e décadas buscando em lugares indevidos, em lugares errados. Cuidar do Ser é a ação do cuidado essencial que nos faculta o contato com a fonte de toda felicidade, com a fonte de toda liberdade e amor. Cuidar do Ser é cuidar do contato com nossa real natureza, esta natureza que não está nos limites da mente, mas sim, no infinito e caloroso espaço sem espaço do coração. Em vista disso lhe pergunto:
Hoje, você já cuidou do constato consciente com o Ser que lhe faz ser? Conseguiu sentí-Lo?, Conseguiu sentir o calor de Sua chama em seu coração? Conseguiu sentir esse calor que traz outro ar, um ar amoroso em nosso fala e em nossa respiração? Se ainda não o fez, o que está esperando?... Você não precisa se isolar externamente de nada. Faça isso, agora. Experimente isso, agora. Permita-se, agora. Permita-se e sabia por experiência direta que através deste contato consciente, muito do que você acreditava ser necessário, cai por terra. Permita-se, agora, a maravilhosa experiência da libertação da grande quantidade da pesada carga indevidamente carregada por anos. Permita-se este cuidar do ser, pelo qual, no Ser, seu ser recebe um novo cuidado. Compreenda a essência do que digo por "Cuidar do Ser" e, nessa compreensão, vivencie de forma direta a realidade das palavras felicidade, liberdade e amor.

Cuide bem de sua real natureza, cuide bem do seu amor.

Um fraterabraço e um beijo em seu coração!"


Nelson Jonas R. de Oliveira

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Sem olhar para atrás

 

Existem momentos na vida que é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, se libertar de coisas que nos prendem, olhar para frente e enxergar a imensidão de caminhos ao nosso redor, ao invés de insistir sempre no mesmo erro e na mesma dor ... 

Aprenda a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem também gosta de você!

Lindo conselho de quem se importa comigo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

DEZ ANOS

Oh my God!

Dez  anos é  muito  tempo...





Período de  tantas  transições  e  desapegos, onde a vida foi  tão  doada.

Nada mais  de   fisiologismos  por aqui.

Mas  mês de  maio  passou e  me esqueci  total  do  "niver cabeçudo",  pode?
Vale  um bolo mega gostoso para gente  babar na  tela.
E certeza  que se vivi intensamente  mais esse  período.


Quantas maneiras de amar...

 Depois  de  tantos  anos, resiste  em  dois corações algo muito bom. Algo que parece  ser  sorte  mesmo  nos piores momentos. Algo  curioso que  funciona como  lentes  que filtram  o peso da idade  e mazelas da  vida. 

Isso  tem um nome: Amor!

Me levando direto  a esta música da  talentosa  Shakira,  em  específico a esse  verso abaixo.

"Nunca poderia imaginar que havia só  dez milhões de formas para amar alguém"

Brindo este reencontro cheio de carinho onde o amor  grita e faz sorrir  muito.

Olha  só  como temos  sorte.



 

Whenever, Wherever

Lucky you were born that far away so
So we could both make fun of distance
Lucky that I love a foreign land for
The lucky fact of your existence
Baby I would climb the Andes solely
To count the freckles on your body
Never could imagine there were only
Ten million ways to love somebody

Le do le le le le
Le do le le le le

Can't you see?
I'm at your feet

Whenever, wherever
We're meant to be together
I'll be there and you'll be near
And that's the deal, my dear

There over, hereunder
You'll never have to wonder
We can always play by ear
And that's the deal, my dear

Lucky that my lips not only mumble
They spill kisses like a fountain
Lucky that my breasts are small and humble
So you don't confuse them with mountains
Lucky I have strong legs like my mother
To run for cover when I need it
And these two eyes that for no other
The day you leave will cry a river

Le do le le le le
Le do le le le le

At your feet
I'm at your feet

Whenever, wherever
We're meant to be together
I'll be there and you'll be near
And that's the deal, my dear

There over, hereunder
You'll never have to wonder
We can always play by ear
But that's the deal, my dear

Le do le le le le
Le do le le le le

Think out loud, say it again

Le do le le le le

Tell me one more time
That you'll live lost in my eyes

Whenever, wherever
We're meant to be together
I'll be there and you'll be near
And that's the deal, my dear

There over, hereunder
You've got my head over heels
There's nothing left to fear
If you really feel the way I feel
Tradução > Clique  aqui.